terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ato em defesa do cobrador, da liberdade de expressão e manifestação!

Na próxima quarta-feira, dia 09/11, o Comitê pelo passe livre, redução da tarifa e estatização do transporte coletivo irá distribuir um jornal e coletar assinaturas do abaixo assinado contra a demissão dos cobradores, dentro do terminal central.


Com o apoio do Centro de Direitos Humanos de Londrina, além da defesa do emprego de cerca de 500 cobradores, o Comitê pelo Passe livre pretende resgatar neste ato o direito a livre expressão e manifestação. Nas últimas vezes que militantes entraram neste espaço para distribuir materiais informativos ou coletar assinaturas foram presos, agredidos e tiveram materiais de divulgação roubados pela segurança. Tais ações da segurança e Polícia Militar violam a legislação vigente em nosso país, a promotoria pública já reconheceu que os militantes que foram presos e processados em 2007, por exemplo, não estavam cometendo nenhum crime.

Constituição Federal - Artigo 5°:

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
VI - é inviolável a liberdade de expressão e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
XVI - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;

Data: Quarta-feira - 09/11/2011
Horário: 18h em ponto
Local de encontro: entrada do terminal na Av. São Paulo.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O CASS - UEL irá promover um espaço de discussão sobre alguns temas pertinentes ao Movimento estudantil da universidade estadual de Londrina, assim como do curso de Serviço Social.

será dia 05/10/2011
na sala 460 do CESA (Sala do 4º ano) 
horário: as 10h15min e as 21h15min
os temas serão os balanços das eleições (do CASS e do DCE UEL e também da Gestão passada "Está Chegando o Disco Voador" 


participem! Divulguem!

BOLETIM Nº 10 - CENTRO ACADÊMICO DE SERVIÇO SOCIAL

     O Boletim nº 10 do C.A.S.S trás como matéria principal as eleições do Centro Acadêmico de serviço Social da UEL e também um balanço político das eleições do Diretório Central dos Estudantes da UEL, como e porque o CASS apoiou  a Chapa 2 "UEL que queremos!" e como se deu o processo de constituição  dessa chapa. Também trás um artigo falando do EDS que o colegiado aplicou ao Curso de Serviço Social e porque o CASS é contra essa Exame de Curso! assim como uma breve chamada para os movimentos que estão acontecendo na UEL e fora dela, como a luta dos Cobradores que o Comitê pelo Passe Livre, Redução da Tarifa e Estatização do Transporte Coletivo está encabeçando em favor dos cobradores de ônibus e seus empregos e as manifestações que estão acontecendo na UEL contra a Homofobia, Por uma Universidade Laica e Científica.
O Boletim do CASS é uma ferramenta de luta, pois expressa o amadurecimento político coletivo dos estudantes do Curso de Serviço Social da UEL!!!

Boa leitura!


ELEIÇÕES CA E DCE 2011


No mês de setembro de 2011 tivemos duas eleições, a do CASS - Centro Acadêmico de Serviço Social  e a do DCE – Diretório Central dos Estudantes.
Na eleição do CASS, tivemos a chapa única “Por amor as causas perdidas”, composta por membros da gestão “Está chegando o disco voador” e outros estudantes do primeiro e quarto ano. Para ser eleita, segundo o estatuto, a chapa precisava que 50% + 1 dos estudantes do curso votassem nela. Como as eleições ocorreram no dia 9, logo após um feriado, apenas 3 turmas estavam presentes. Por isso o total de votos foi igual a 68, sendo 67 para a chapa e 1 em branco. Por termos um baixo numero de votos, foi convocada uma assembléia geral, realizada na terça dia 13/09 onde os estudantes, por meio do voto em assembléia legitimaram as eleições 2011. A chapa “Por amor as causas perdidas” é hoje a nova gestão do CASS.  Nos dias 14 e 15 de setembro ocorreram as eleições do DCE.  No ano de 2010, após um período de gestão provisória, quem assumiu foi a chapa “UEL de Cara Nova” (PT/UJS). Durante o ano de gestão (2010/2011) nada foi feito. Eles não puxaram assembléias, reuniões e lutas, mantendo apenas uma direção que andou de mãos dadas com a reitoria, destruindo o movimento estudantil. Nas eleições desse ano, concorreram ao DCE, duas chapas a “UEL de Cara Nova” - que expressa a continuidade da política da gestão anterior - e também a chapa 2 “A UEL que queremos”, formada por membros da ANEL, Corrente Proletária, PSTU e independentes. Essa última, por ser formada a partir de plenárias democráticas, visando entender as reais necessidades dos estudantes, construindo sua política baseada nisso e ir contra o colaboracionismo com a Reitoria e Governo, a chapa 2 recebeu apoio do CASS, mesmo essa expressando a política do “dialogar” – rebaixamento das bandeiras para conseguir mais votos, por acreditarmos que seria uma gestão que retomaria o movimento estudantil, as bandeiras de luta e expulsaria a direção Governista que se apossou do DCE no ano passado. O numero de votos totais das eleições foram muito significativos, 2.692 no total, o maior numero já registrado nas eleições do DCE UEL. A chapa 1 ganhou com 1450 votos e a chapa 2 com 1182, tendo 60 votos entre brancos e nulos. Durante a apuração dos votos houve uma suspeita de fraude por parte da chapa 1 na urna do Clínica Odontológica Universitária – COU. Essa suspeita e a legitimação das eleições deveriam ser debatidas no Conselho Deliberativo que ocorreu no dia 22/09, onde apenas os centros acadêmicos votam. Os estudantes do COU levaram um abaixo assinado trazendo sua indignação referente a denuncia. Foi explicado que a denuncia não estava sobre os estudantes ou mesários, mas sobre os participantes e apoiadores da Chapa 1, já que o grupo PT/UJS tem o histórico de fraudar eleições. Somente o CASS e o CA de ADM votaram a favor da proposta para averiguar da suspeita de fraude; os outros C.As votaram em favor da chapa 1, ou seja, da proposta de se legitimar as eleições e após isso apurar as denuncias. Nós do CASS, fomos contra essa proposta, pois não poderíamos votar a legitimação das eleições sem antes apurar as denuncias, porém fomos derrotados. Com isso teremos mais um ano de desmobilização por parte do DCE, de cooperação com a reitoria, indo contra a luta dos estudantes e desconstrução do movimento. O CASS, frente a isso, chama a unidade de luta para barrar a política Governista e Colaboracionista nas assembléias e demais espaços deliberativos do DCE.
Agradecemos a todos os estudantes que participaram em ambas as eleições e convidamos para o “Café com o C.A”, espaço onde discutiremos as eleições tanto do CA quanto do DCE, balanço da gestão anterior do CA. No dia 5 de outubro, as 10h15 e as 21h15.


PROVA DO EDS: UM ATAQUE DO COLEGIADO A AUTONOMIA DOS ESTUDANTES DE SERVIÇO SOCIAL

Neste ano o colegiado do curso de serviço social da UEL, impôs a avaliação do Eds (exame de disciplinas seriada), aos estudantes do curso. Essa avaliação é realizada todo ano, com perguntas e reflexões das disciplinas elaboradas pelo colegiado. Um dos problemas identificados é esse! Essa avaliação NÃO avalia os interesses dos estudantes! Outro é que nunca os estudantes tiveram retorno de suas avaliações. Então pra que serve essa prova?
Isso realmente é um problema. No ano passado os estudantes em assembléia decidiram que iriam construir juntamente com o colegiado, formas de avaliação do curso, e insistiram na necessidade de avaliar também os professores nessa prova, já que fazem parte do curso e também a sua didática é parte determinante para o processo do ensino. Já que os estudantes são avaliados a todo o momento, pelas presenças, notas e participação, os professores também devem ser avaliados. Os estudantes venceram e conseguiram participar da construção da prova. Porem não houve avanço. O colegiado nem sequer deu alguma resposta do processo do ano passado, e esse ano vem com uma prova surpresa desconsiderando todo o debate do ano passado, demonstrando assim, muito bem o papel que tem a BUROCRACIA universitária frente o poder dos estudantes.
Isso explica a ação política dos estudantes de serviço social do 4º ano noturno que se negaram a responder essa prova, imposta de cima pra baixo, fazendo um manifesto em assembléia e lido na reunião do colegiado, demonstrando insatisfação e a falta de sentido que existe numa avaliação que só existe para as formalidades e não para desenvolver o ensino de serviço social.
Fora EDS!!!
Viva a organização estudantil!!

CONTRA TODA HOMOFOBIA! POR UMA UNIVERSIDADE LAICA E CIENTÍFICA!

Em setembro tivemos na UEL, a divulgação de um boletim da igreja católica, contendo uma matéria extremamente homofóbica, chegando a mencionar homosexualidade enquanto doença e “desvios da natureza”! Nos estudantes de Serviço Social junto com estudantes de outros cursos, nos unimos em luta contra esse ataque da Igreja, e na luta intransigente pela liberdade de união dos homossexuais! Como também pela defesa de uma universidade realmente laica e cientifica! Abaixo segue o cronograma de ações tiradas. Participe também! Se una a LUTA!
Calendário do Movimento contra Homofobia:
06/10 – Cine Debate na Sala de Eventos – CCH 19H30MIN
08/10 – Ato no Calçadão, Sábado, às 10H00MIN

“O COBRADOR É MEU AMIGO! MEXEU COM ELE, MEXEU COMIGO!”

            Mais um ataque aos trabalhadores está sendo preparado, dessa vez, por parte da Grande Londrina e Londrisul, isso com o aval da Prefeitura e CMTU.  E as vítimas da vez só podia ser quem? Novamente a população, é claro!
            As empresas citadas estão querendo tirar os cobradores dos ônibus em circulação, ou seja, serão 500 trabalhadores sem emprego. Mas será que somente eles que sofrem? É claro que não! Nós também sofreremos com essa medida. Se o cargo de cobrador for extinto, o motorista irá se sobrecarregar, terá que dirigir, pegar o dinheiro, dar o troco, olhar quem desce e quem sobe etc etc. Se o motorista de um carro normal, é multado ao dirigir e falar ao telefone, sob o argumento de que o telefone desvia a atenção do transito, imagina o motorista!
            O calculo final é simples: MENOS COBRADORES, MAIS ACIDENTES! Mas quem irá ganhar com isso? Ora! É lógico que é o dono da empresa, com a demissão dos cobradores, irá sobrar dinheiro dos salários, que irá diretamente para o bolso do empresário que explora o serviço de transporte.
Não podemos aceitar mais esse ataque, não podemos ser passados para trás.
            O C.A.S.S está junto com o comitê pelo Passe livre, Redução da Tarifa e Estatização do Transporte Coletivo, Junte-se a nós na luta!
Mais informações: www.passelivrelondrina.blogspot.com


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

GRITO DOS EXCLUÍDOS!


Senhores, prestem atenção 

Aquele povo, que vocês julgaram por tanto tempo dócil e adormecido, está se levantando. Nos últimos dias, por exemplo, em Maringá os estudantes ocuparam a reitoria, fizeram uma marcha com mais de duas mil pessoas e conquistaram o compromisso de fazer valer suas principais reinvindicações: repor o corte de 38% das verbas de custeio das universidades estaduais, contratação de professores e funcionários e construção de uma nova unidade do RU, com disponibilidade de cardápio vegetariano. Já em Teresina, após um decreto aumentar a tarifa do transporte para R$2,10, os secundaristas tomaram as ruas, o dia passou, os protestos cresceram a cada minuto com o apoio dos trabalhadores, a situação tornou-se insustentável e, assim, o prefeito se viu obrigado a suspender o decreto e a tarifa voltou para o valor de R1,90. 

E em Londrina? 

Aqui a prefeitura e os empresários do transporte aumentaram a tarifa, que já era abusiva, duas vezes em menos de um ano contrariando uma lei federal. O ministério público recorreu e o juiz determinou a redução da tarifa. Decisão infelizmente ignorada. E pra piorar, a saga pelo lucro ilimitado continua. Como se não fosse suficiente, o desejo do prefeito Barbosa Neto e dos donos das empresas que exploram o transporte público é acabar com a função do cobrador. Sim, esse mesmo que controla o troco, a subida e a descida dos usuários, orienta os passageiros sobre o melhor ponto para se chegar ao destino desejado e permite que o motorista se concentre em conduzir o veículo de forma segura e evite acidentes, evite o stress, evite o infarto. 

Não sejamos enganados, nenhuma tecnologia nova será implementada no sistema, trata-se apenas de sucatear o transporte para obter mais e mais lucro. Sem se importar com o valor da tarifa, a segurança das pessoas, dos jovens, dos idosos, dos portadores de necessidades especiais e etc. Ou seja, sem se importar com as únicas coisas importantes em um sistema público de transporte coletivo. 

Mas aqui também. O Londrinense já cansou de ser deixado de lado, na saúde e no transporte, os movimentos sociais já entenderam que é só por meio da luta e da ação direta é que vão conseguir conquistar uma Londrina e um transporte melhor. 

No segundo ato contra a demissão dos cobradores e contra o fim da função de cobrador a quantidade e a animação das pessoas dobrou. Mais trabalhadores e estudantes se uniram à nossa luta. E vamos seguir lutando. Vem com agente!!!!

Ato no Grito dos excluídos: 

Data: 07 de setembro de 2011
Ponto de partida: Paróquia Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos
No encontro da Av. Tiradentes com a Av. JK - Londrina
Horário: Concentração com os demais movimentos sociais apartir das 7h até as 9h
Início do grito dos excluídos: 9:50

Local do desfile: Av. Leste Oeste 

ELEIÇÕES CASS 2011

As inscrições de chapa já se encerraram!
e temos uma chapa inscrita esse ano
para conhecimento geral vai o nome e o cargo a que estão concorrendo, não deixe de participarem das eleições.

Comissão Eleitoral

Coordenadoria Administrativa: Letícia Orlando Baldow
Suplente: Heloisa Helena Oliveira de Souza

Coordenadoria Finanças: Anaeliza Barbosa Rosisca
Suplente: Fernando Dalto da Silva Melo

Coordenadoria Comunicação e Eventos: Talita Arrabal Biazon
Suplente: Camila da Cunha Correia da Silva

Coordenadoria de Assuntos de Ensino: Fernando Carmo Lopes
Suplente: Marco Antonio Amario

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

MANIFESTO AO COLEGIADO DE SERVIÇO SOCIAL - UEL


Os estudantes de Serviço Social da Universidade Estadual de Londrina vem mostrando que estão vivos em suas lutas. O colegiado de Curso aplicou uma avaliação, intitulada EDS (Equipe Didática por Série) a todas as turmas, com o argumento de avaliar o curso e suas disciplinas a avaliação foi entregue de surpresa, sem contribuição dos estudantes para a elaboração da Avaliação.

Devemos lembrar que o centro acadêmico de serviço social, em 2010, colaborou com a criação do instrumento avaliativo e levantou o problema central desse documento: "não existe uma avaliação do corpo docente" 

Os estudantes do Centro Acadêmico, reunidos em assembléia montaram portanto uma ferramenta que foi IGNORADA nesse ano.

O CASS reflete essa avaliação nos seguintes pontos:

a) Os estudantes são severamente avaliados em sua trajetória acadêmica. Portanto seria antidemocrático não poder avaliar o docente.
b) É impossível avaliar o bom andamento do curso e da série sem avaliar o professor, em sua didática, metodologia, e linha de pensamento.

Frente a isso, os estudantes do 4º ano noturno de Serviço Social, em assembléia extraordinária e improvisada chamou o BOICOTE dessa avaliação e foi escrita uma carta ao Colegiado.

O CASS apoia os estudantes do 4º ano de serviço social. E Repudia a atitude antidemocrática de nosso Colegiado...

VIVA O PODER ESTUDANTIL!
______________________________________________

CARTA AO COLEGIADO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL-UEL
Os alunos do quarto ano noturno de serviço social da Universidade Estadual de Londrina vêm por meio desta carta, informar o nosso descontentamento a cerca do processo de construção da avaliação denominada Equipe Didática por Série proferida pelo Colegiado de Serviço Social da Universidade Estadual de Londrina:
Em Assembléia Extraordinária da série quatro do curso, os estudantes levantaram os seguintes problemas:
a)   A elaboração do instrumento de avaliação não foi construída coletivamente com os estudantes, representados ou não pelo Centro Acadêmico de Serviço Social, configurando uma clara imposição e direcionamento das perguntas por parte do Colegiado.
b)  Referente aos exames anteriores, nenhum estudante conseguiu identificar mudanças no curso e nem os resultados do exame do ano passado. Configurando um exame sem resultados efetivos para a vida acadêmica dos estudantes.
Ainda é válido ressaltar que no ano de 2010 os estudantes, também organizados em assembléia, aprovaram um modelo de instrumento de avaliação, que contemplava os interesses desse setor em avaliar o desempenho do professor.
c)    E por último, a incapacidade do instrumento avaliar o desempenho do corpo docente do curso. O EDS esta baseado em avaliações do curso, como consta no próprio instrumento: “Para que o colegiado possa monitorar o desenvolvimento da série, realizamos periodicamente avaliação denominadas Equipes Didáticas por Série”. Os estudantes identificam que a avaliação da série, portanto dos cursos proferidos não podem acontecer sem a avaliação de seu corpo docente, pois é este que elabora, juntamente com o colegiado e departamento, a ementa de sua disciplina.
Se os estudantes são severamente avaliados ao longo de sua trajetória acadêmica, pelos professores, com provas, trabalhos e chamadas, os professores também deverão ser avaliados pelos estudantes ao longo de sua carreira acadêmica.
Dessa forma, os estudantes entendem que o processo de construção e avaliação se configura como um processo antidemocrático, e sem resultados efetivos para os estudantes.
Os estudantes, organizados em assembléia, vem por meio desta, mostrar sua insatisfação com essa avaliação, por não corresponder aos seus reais anseios e simplesmente legitimar a atuação do Colegiado de curso.

Turma do 4º ano

domingo, 28 de agosto de 2011

VEM PARA A LUTA!

ATO REALIZADO EM FRENTE AO TERMINAL.
CONTRA A DEMISSÃO DOS COBRADORES!!!!!

NENHUM COBRADOR A MENOS!


Nenhum cobrador a menos!
Unir trabalhadores e usuários do transporte contra o fim da função de cobrador e reintegração dos demitidos!!!


Os donos das empresas de transporte coletivo (Metrolon) junto com a prefeitura querem acabar com os cobradores. Quem ganha com isso? Os donos da Grande Londrina e Londrisul que aumentam seus lucros. Quem perde? Os cobradores que serão demitidos, os motoristas que ficarão sobrecarregados e mais estressados e os passageiros que terão de conviver com atrasos frequentes e arriscarão suas vidas.


Acidentes aumentarão


Nas cidades onde acabaram com os cobradores aumentaram os acidentes. Os motoristas já estão no limite. Nesta semana um até enfartou ao volante, outro atropelou um ciclista. E a culpa e custos financeiros pelos acidentes caem todos sobre o trabalhador cada vez mais sobrecarregado.


Patrões mentem


O Metrolon disse que não haveria demissões, que os cobradores seriam remanejados de função na empresa... e uma semana depois já colocou 4 cobradores no olho da rua. Nenhuma confiança no que dizem a Grande Londrina, Londrisul ou CMTU. Se não lutarmos agora, teremos mais demissões, ainda mais quando os 486 cobradores estiverem espalhados em outras funções. Muitos cobradores já estão sofrendo pressões para se demitirem voluntariamente.


Demissão é inevitável?


O uso da tecnologia não é pretexto para as demissões, deveria servir para aliviar o serviço. Mas para isso, o transporte tem que deixar de ser um negócio explorado por capitalistas, deve ser estatizado e controlado pelos trabalhadores.


E o sindicato?


A direção do SINTTROL faz de conta que resiste, mas assinou em 2006 um acordo, junto com o ex-prefeito Nedson, aceitando a extinção dos cobradores. É hora de organizar a resistência. Se a direção do sindicato chama a luta só de mentira, cabe a nós, trabalhadores e usuários torná-la verdade. Este é o único caminho para impedir o fim da função de cobrador.


CMTU contra a liberdade de expressão e manifestação


Mais uma vez a CMTU/prefeitura ordenou a repressão àqueles que querem lutar contra a demissão dos cobradores. Pra eles, roubalheira, mesada pra vereador, caixa 2, fraude e licitações viciadas são permitidos... enquanto se manifestar é crime. Não podemos nos calar. A luta tem que crescer.


Tarifa tem que baixar!


O Tribunal de Justiça do Paraná anulou o aumento da tarifa feito por Barbosa Neto e exige que volte a 2,10. Mas a CMTU não obedeceu a decisão. Está aí mais um prejuízo para os trabalhadores que usam o transporte coletivo.


O cobrador é meu amigo! Mexeu com ele, mexeu comigo!!!


Vem pra luta: reunião no sábado, 03/09,
às 15h, no DCE-Centro (R: Piauí x R:Hugo Cabral)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011




REGIMENTO ELEITORAL



Art. 1º - A eleição para composição da Diretoria Executiva do CASS será processada de acordo com as normas constantes no Estatuto do CASS, complementadas pelas disposições deste Regimento.


Art. 2º - A Eleição será realizada nos dias 09 de Setembro no corredor do curso de Serviço Social desta Universidade.


Art. 3º - Poderão votar todos os alunos regularmente matriculados nesta Universidade, cujos nomes constem na lista previamente fornecida pelo departamento de Serviço Social


1. DAS INSCRIÇÕES

Art. 4º - Serão elegíveis para Diretoria Executiva os alunos regularmente matriculados no curso de serviço Social da Universidade Estadual de Londrina.


Art. 5º - Os candidatos poderão inscrever-se mediante registro de chapas devidamente nominadas, contendo nome completo de todos os integrantes e os cargos aos quais se candidatam; seus respectivos documentos de Identidade e Identificação Estudantil (fotocópias) e assinaturas.


§ 1º - Somente serão aceitas inscrições de candidatos que componham integralmente uma chapa com os seguintes membros:


I. Coordenadoria Administrativa;
II. Coordenadoria de Finanças;
III. Coordenadoria de Assuntos de Ensino;
IV. Coordenadoria de Comunicação e Eventos;


§ 2º - Toda chapa terá autonomia para se autonomear, sendo de sua responsabilidade a forma pelo qual se dará este processo e as possíveis conseqüências decorridas desta escolha.


§ 3º - O mesmo estudante não poderá se candidatar em mais de uma função dentro da Diretoria Executiva, nem configurar em mais de uma chapa.


Art. 6º - O registro das chapas será protocolado pela Comissão Eleitoral que, após conferir os requisitos exigidos para o mesmo, procederá ao deferimento ou indeferimento deste registro.


§ 1º - O formulário para registro das chapas poderá ser requerido a qualquer momento, a partir do início das eleições (18/08/2011), entrando em contato com a comissão eleitoral através do e-mail: sscauel@yahoo.com.br ou, pessoalmente, nos dias de registro das chapas.


§ 2º - O registro das chapas será realizado nos dias 01, 02 de Setembro das 09H:00MIN   às 10H00MIN e dás 19h00MIN às 20H00MIN em mesa designada para este fim, no corredor de serviço social da Universidade Estadual de Londrina


§ 3º - O prazo limite para a inscrição de chapas será o dia 02/09/2011 às 20H00MIN, não sendo aceito nenhuma inscrição posterior a esta data e horário.


§ 4º - A disposição da chapa na cédula de votação e a sua respectiva numeração serão definidas pela ordem de inscrição.


§ 5º - A chapa só poderá fazer uso de sua numeração após sua inscrição ter sido deferida pela comissão eleitoral.


2. PROPAGANDA ELEITORAL

Art. 7º - A propaganda eleitoral far-se-á por todos os meios legais, vedando as inscrições à tinta e outros meios que danifiquem as dependências da Universidade.


§ 1º - No dia das eleições (09/09/2011) será vetado propagandas por parte das chapas e dos demais estudantes, assim como sua permanência dentro de um raio de 2 metros da Urna.


3. DAS DENÚNCIAS E PUNIÇÕES

Art. 9 – À Comissão Eleitoral cabe garantir o bom andamento das eleições e fiscalizar eventuais transgressões deste Regimento e dos artigos contidos no capítulo IX do Estatuto do Centro Acadêmico de Serviço Social, avaliando em reunião interna os procedimentos a serem tomados quando houver infrações.


Art. 10 – Qualquer estudante regularmente matriculado em qualquer programa de ensino do curso de Serviço Social da Universidade Estadual de Londrina ao presenciar alguma atitude que transgrida este Regimento ou os artigos do capítulo IX do Estatuto do Centro Acadêmico de Serviço Social poderá denunciá-la à Comissão Eleitoral.


Art. 11 – As denúncias deverão ser entregues por escrito à Comissão Eleitoral.
Parágrafo único - Nas denúncias entregues a Comissão Eleitoral deverão estar contidos:


                     I.      Relatos dos fatos denunciados.
                    II.      Especificação de data, horário e local.
                  III.      Identificação do(s) denunciado(s).
                  IV.      Nome(s) Completo(s), número(s) de matrícula e curso do(s) denunciante(s).
                   V.      Assinatura(s) do(s) respectivo(s) denunciante(s).


Art. 12 – Além das denúncias formais, qualquer pessoa poderá fazer um pedido de averiguação à Comissão Eleitoral, este pedido pode ser feito de forma oral diretamente aos membros da Comissão Eleitoral, não terá este pedido caráter de denúncia. Após feito o pedido de averiguação cabe à Comissão Eleitoral verificar a veracidade dos fatos e se comprovados, prestar denúncia relatando-os.
Parágrafo único – O(s) membro(s) da Comissão Eleitoral que ao receber um pedido de averiguação e comprovar os fatos, deverá seguir os procedimentos indicados no parágrafo único do Artigo 12 deste Regimento.


Art. 13 – As denúncias após entregues, serão averiguadas por diligências feitas pela Comissão Eleitoral.


Art. 14 - Nos casos em que for comprovado a infração e a Comissão Eleitoral considerar que a transgressão não interfere diretamente no resultado final da eleição, esta poderá, em reunião interna, definir entre as punições abaixo uma que caiba ao caso.


                                       I.      Redução do tempo de fala nos debates realizados entre as chapas.
                                     II.      Advertência por escrito entregue à chapa infratora.


Parágrafo único - As denúncias, verificação dos fatos e possíveis punições feitas pela Comissão Eleitoral constarão em relatório final que será entregue ao Conselho Deliberativo que deve ser realizado após as eleições.


Art. 15 – Nos casos de infrações que a Comissão Eleitoral avaliar que comprometeram o resultado final da eleição, cabe à comissão fazer constar no relatório final entregue ao Conselho Deliberativo:


               I.      As denúncias.
              II.      As verificações feitas pela comissão.
            III.      Seu parecer quanto à punição que deve ser infligida à chapa infratora.


Parágrafo único – A Comissão Eleitoral pode indicar ao Conselho Deliberativo, a depender das infrações cometidas, a impugnação de urna(s), total ou parcial, e impugnação de chapa(s).


Art. 16 – As denúncias poderão ser entregues à Comissão Eleitoral até o encerramento da votação. Sendo este o prazo máximo, a Comissão Eleitoral não aceitará nenhuma denúncia ou pedido de averiguação posterior a este prazo.


4. DOS ENCAMINHAMENTOS DA ELEIÇÃO

Art. 17 - Cabe à Comissão Eleitoral designar as mesas receptoras de votos e as mesas apuradoras assim como todos os mesários necessários.


Art.18 - Constituída a mesa de votação far-se-á a abertura das urnas para o início de cada votação que se dará na presença de, no mínimo, um representante da Comissão Eleitoral ou um suplente devidamente autorizado por esta.


Art.19 – A mesa de votação contará com uma listagem com os nomes dos estudantes do respectivo Curso, cédulas de votação com carimbo do CASS e rubrica de um dos membros da comissão eleitoral, ata de votação, listagem com os nomes das chapas e seus respectivos membros, canetas azuis ou pretas, cola branca, folha sulfite em branco (para o lacre da urna), urna receptora de voto e uma cabine de votação para cada urna.


§ 1º - Nas mesas receptoras de votos serão afixados, em locais apropriados, para conhecimento dos eleitores, os nomes dos candidatos de cada chapa regularmente inscrita.


§ 2º - Será lavrada ata de ocorrência para cada mesa receptora de votos.


Art. 20 - Cada mesa de votação será composta por um mesário, devidamente indicado pela Comissão Eleitoral.


Art. 21 - Em todas as situações em que houver suspensão da votação, seja pela pausa para as refeições ou o encerramento dos trabalhos do dia, a urna deverá ser lacrada com uma folha sulfite e cola branca, após a colagem do lacre este deve ser assinado por um membro da comissão eleitoral e pelo mesário responsável pela respectiva urna.


Parágrafo único – A abertura e o fechamento das mesas de votação só poderão ocorrer na presença de um membro da Comissão Eleitoral, cabendo apenas ao mesmo o lacre e deslacre da urna.


Art. 22 – O local e horário da mesa receptora de votos serão divulgados em cada sala até o dia 06/09/2011 pela comissão eleitoral


§ 1º - O horário de funcionamento da urna será das 08H00MIN às 12H00MIN e das 19H00MIN às 10H00MIN


Art. 23 - Para votar, o estudante deverá apresentar ao mesário qualquer documento de identificação original com foto.


Art. 24 - A votação será inominada e secreta, observadas as seguintes normas:


§ 1º - Comparecendo o aluno à mesa receptora de votos correspondente ao Centro de Estudos em que se encontra matriculado, localizado seu nome na listagem oficial, e após assinar tal listagem, receberá do mesário a cédula de votação.


§ 2º - Antes de entregar a cédula de votação para o votante o mesário deverá rubricá-la no verso às vistas do votante.


§ 3º - O discente deverá marcar o quadrado correspondente ao seu voto, podendo este ser o nome da chapa de sua preferência, de maneira que este possa ser perfeitamente identificável.


§ 4º - Ao sair da cabine, o eleitor exibe a cédula à mesa e coloca-a na urna destinada a recolher os votos.


Art. 25 - O procedimento de votação deverá obedecer à ordem estabelecida pela mesa, encerrando-se com o depósito da cédula na urna. Sendo vedado dois ou mais estudantes votarem ao mesmo tempo.
Parágrafo único – O descumprimento do estabelecido neste artigo ocasionará a anulação dos votos dos estudantes envolvidos.


Art. 26 - Nos horários de interrupção da votação, a urna deverá ser lacrada por um membro da Comissão Eleitoral na presença do mesário, e depositada com os documentos eleitorais na sede do do Centro Acadêmico de Serviço Social da Universidade Estadual de Londrina. 


Parágrafo único – As urnas e os documentos permanecerão trancados com a devida segurança até o horário que antecede o reinício das votações, quando serão redistribuídas aos locais de votação pela Comissão Eleitoral.


5. DA APURAÇÃO


Art. 27 – Encerrada a votação no dia 09/09/2011, será realizada em seguida a apuração dos votos depositados nas urnas, na sede do Centro Acadêmico de Serviço Social no Campus da Universidade Estadual de Londrina.


Art. 28 – A mesa apuradora será composta por um Presidente, um secretário e um fiscal indicado por cada chapa. Só serão aceitos fiscais que configurem entre os alunos regularmente matriculados nesta Universidade, cujos nomes constem na lista previamente fornecida pela Universidade Estadual de Londrina.


Parágrafo único – Caso algum fiscal indicado por uma chapa atrapalhe o bom andamento da apuração a Comissão Eleitoral poderá pedir a sua substituição.


Art. 29 – O escrutínio deverá ser registrado nas atas de apuração, onde contarão os nomes das chapas, os votos válidos, os votos nulos e os votos em branco.


Art. 30 – A mesa de apuração deverá conter apenas o material de eleição, canetas de cor vermelha, máquinas de calcular, carimbos, atas.


Art. 31 –  Serão considerados nulos os votos quando:


                      II.      As cédulas não forem oficiais ou não estiverem autenticadas com a devida rubrica.
                   III.      Deixar dúvida quanto a identificação da chapa votada.
                   IV.      Cédulas em que estiverem marcadas mais de uma chapa.
                      V.      Cédulas que não estiverem marcadas com caneta preta ou azul.
                   VI.            Cédulas que contiverem algum tipo de rasura, frases, ou qualquer outro tipo de marcação fora do espaço reservado ao voto.


Art. 32 – São considerados votos em branco as cédulas que não contiverem nenhum tipo de marcação.


Art. 33 – A diferença entre o número de votos depositados nas urnas e os registrados nas listagens não poderá exceder a três por cento (3%) após haver recontagem, invalidando, neste caso, a urna.


Art. 34 – Havendo dúvidas acerca da validade do voto, caberá a Comissão Eleitoral julgar se o voto é valido ou não.


Art. 35 – Todo o processo, juntamente com os resultados e impugnações de urnas serão lavrados em ata pelas mesas apuradoras.


Art. 36 – Encerrando o processo eleitoral, a Comissão Eleitoral repassará ao Conselho Deliberativo o resultado da apuração, cabendo a este Conselho o empossamento da chapa eleita.


Art. 37 - Os votos, assim como todo o material de votação, serão lacrados e arquivados na sede do CASS no Campus da Universidade Estadual de Londrina até, pelo menos, vinte e quatro horas após a eleição.


Art. 38 – Havendo dúvidas sobre o resultado da votação é resguardado às chapas, imediatamente, após o término da apuração, o pedido de recontagem de votos, que será apreciado pela Comissão Eleitoral no prazo máximo de vinte e quatro horas ou simplesmente indeferir o pedido de recontagem.


Parágrafo Único - Caso a diferença entre chapas seja inferior a um por cento (1%) do total de votos será realizada a recontagem dos votos.

6. DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 39 – Caberá a Comissão Eleitoral decidir sobre eventuais casos omissos do processo eleitoral.


Art. 40 – O presente regimento entrará em vigor na data de sua aprovação, revogadas as disposições em contrário.


Art. 41 – O Conselho Deliberativo para empossamento da chapa eleita será convocado 24 horas após o termino da apuração, e lavramento da ata de apuração.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

ELEIÇÕES

É isso ai pessoal! 
A gestão "está chegando o disco voador!" 2010 - 2011 está chegando ao fim, agora o Centro Acadêmico de Serviço Social abrirá eleições para uma nova diretoria!


Como participar?
Os interessados em concorrer as eleições do dia 09/09 deverá formar uma chapa de no mínimo 8 estudantes, lembrando que poderá entrar os estudantes de mestrado, especialização e doutorado, e enviar um e-mail para a Comissão Eleitoral no e-mail sscauel@yahoo.com.br, solicitando a ficha de inscrição.


Depois da comissão eleitoral aprovar a inscrição a chapa pode começar fazendo sua propaganda nas salas de serviço social.


Como será os Debates?
A Comissão Eleitoral tem a obrigação de garantir um espaço para a chapa se pronunciar e colocar suas propostas e bandeiras. Se houver mais de uma chapa o debate será junto, se houver apenas uma, o espaço também será garantido.


E se eu tiver alguma dúvida?
Todos os estudantes tem o direito de tirar suas dúvidas sobre as eleições, mesmo que não pretendam concorrer com uma chapa!
Essas dúvidas poderão ser tiradas com a Comissão Eleitoral.
no e-mail: sscauel@yahoo.com.br, ou com a Paula Alves (Serviço Social Matutino) e com o Everton Yukita Japa (Serviço Social Noturno)


Não deixem de participar, discutir e construir!


Comissão Eleitoral 2011
ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA DO CENTRO ACADÊMICO DE SERVIÇO SOCIAL!

sábado, 20 de agosto de 2011

NENHUM COBRADOR A MENOS!


Unir motoristas, cobradores e usuários contra o fim da função de cobrador!

Mais uma vez os donos das empresas de transporte coletivo, representados pelo Metrolon, junto com a prefeitura atacam os trabalhadores de londrina. Ocorre mais um ataque ao trabalhador na cidade de Londrina. O (Metrolon) anunciou no dia 8 de agosto que haverá diminuição do número de cobradores.

Já faz tempo que a empresa começou a colocar as catracas eletrônicas, indicando futuras demissões. Agora anunciam a extinção da função de cobrador nos ônibus que circulam na cidade. Quem ganha com isso? Os donos da Grande Londrina e Londrisul que reduzem seus custos e aumentam seus lucros. Quem perde? Os cobradores que poderão ser demitidos, os motoristas que ficarão sobrecarregados e mais estressados e os passageiros que arriscarão suas vidas.

Os patrões dizem que não haverá demissões, alegam que os cobradores serão remanejados de função na empresa, mas não podemos cair nessa. É óbvio que haverá demissões, só que elas virão quando estes trabalhadores estiverem espalhados exercendo diversas outras funções, com menos condições de resistir organizadamente. Muitos cobradores já estão sofrendo pressões para se demitirem voluntariamente.

O uso da tecnologia não é pretexto para as demissões, deveria servir para aliviar o serviço penoso dos trabalhadores, mas não para colocá-los rua da amargura. Mas para isso, o transporte tem que deixar de ser um negócio explorado por capitalistas, deve ser estatizado e controlado pelos trabalhadores.

O sindicato faz de conta que resiste, mas assinou em 2006 um acordo, junto com o ex-prefeito Nedson, aceitando a extinção dos cobradores. O atual Prefeito não levantou um dedo em defesa dos cobradores. É hora de organizar a resistência. Se o sindicato chama a luta só de mentira, cabe a nós, trabalhadores e usuários torná-la verdade. Este é o único caminho para impedir o fim da função de cobrador.

DENÚNCIA!


Na manhã desta quinta feira dia 18 de agosto, membros do Comitê pelo Passe Livre, redução da tarifa e estatização do transporte público foram impedidos pela segurança privada contratada pela CMTU de distribuir um manifesto (anexo) no terminal urbano do Vivi Xavier.

O panfleto denuncia o ataque dos donos do transporte e da prefeitura contra o emprego dos trabalhadores e a segurança da população mediante a extinção do cargo de cobrador e chama à unidade da população usuária com os trabalhadores para resistir a esta violência.

Ao se iniciar a distribuição do manifesto do Comitê, um segurança abordou de maneira violenta os que estavam realizando a atividade afirmando ser proibida a distribuição sem autorização da CMTU. Ao argumento de que aquele era um espaço público e que a Constituição Federal garante a liberdade de expressão o segurança afirmou que mesmo assim não poderíamos distribuir o manifesto, passando a coagir ostensivamente, até o momento de arrancar violentamente os materiais.

Posteriormente o mesmo segurança (de uma empresa particular) abordou outro membro do Comitê que já havia recolhido os materiais na mochila, e o revistou à força, sob ameaça de prisão, confiscando a seguir os manifestos que este havia guardado. Disse inclusive que membros do Comitê já haviam sido presos outra vez e que isso poderia acontecer de novo.

Denunciamos esta brutalidade da CMTU que ao invés de proteger a população de Londrina se coloca a favor das empresas que exploram há décadas o transporte público e ainda atropelam o elementar direito de expressão garantido pela Constituição Federal. 

Antecedentes:

A restrição ao direito à organização e livre expressão golpeia o Comitê pelo Passe Livre há tempos. Há uma liminar, desde 2006, da Grande Londrina contra o Comitê Pelo Passe Livre, Redução da Tarifa e Estatização do Transporte Coletivo que proíbe a realização de manifestações no terminal e garagens. E em 29 de outubro de 2007, quatro militantes deste comitê foram presos por panfletarem no terminal, recebendo agressões verbais e físicas de seguranças privados e PMs. Além de serem agredidos, responderam a um processo criminal, como se fossem os agressores. A juíza responsável pelo caso emitiu uma decisão em que passou os militantes do Comitê da condição de réus para a de vítimas: tanto da agressão policial como da restrição ao direito constitucional à liberdade de expressão, manifestação e organização. Desde então, porém, a cada distribuição de materiais informativos, os militantes são intimidados, reprimidos e ameaçados pela polícia e segurança privada do terminal. 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

ENESS

O C.A.S.S irá promover um encontro para discutir medidas que ajudem ao estudantes de Serviço Social da UEL irem para o ENESS.


Será no dia 17/06, às 17:30 Hrs, no CASS
Compareçam e traga suas idéias!

O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA UEL?

           Ocorre a cada dois anos o CONUPE E O CONUNE, respectivamente congresso nacional (UNE) e estadual (UPE), entidades organizativas das lutas dos estudantes. Nesses eventos são retiradas as bandeiras de lutas do movimento estudantil, e desta forma são retirados delegados de cada universidade para representar os interesses das universidades.  Ocorre que a gestão do DCE da UEL, que ficou responsável pelo processo eleitoral, incluindo divulgação e organização para a retirada dos delegados não o fez de forma democrática. As eleições foram retiradas as pressas, não houve divulgação de data, forma de inscrição etc.. Isso se explica, pois  os reais interesses da gestão do DCE correspondem aos da força majoritária dentro da UNE PCdoB- UJS/ PT, que apóiam os planos governistas de destruição do ensino público, por exemplo, apoiando o novo plano de Dilma para a educação, o PNE.   O CA de serviço social fez a denuncia desse processo injusto por via de uma carta assinada por estudantes do curso, e enviada a gestão do DCE para que prorrogasse as eleições para a participação de todos no  congresso. Porem não houve retorno. Já a assembléia nacional dos estudantes livres, a ANEL, realizou passagens nas salas de aula (chamando para o boicote das eleições) repudiando a participação no congresso da une, se aproveitando da situação, para propagandear que seriam uma nova entidade de organização dos estudantes e a salvação da luta do movimento estudantil. Ocorre que a maioria dos estudantes do país ainda se concentram dentro da UNE e mesmo que dentro dela haja dominação de estudantes e correntes  pró- burguesas, os estudantes devem formar uma outra força dentro da própria UNE, e não fora dela, para combater o burocratismo com a luta pela independência e democracia do movimento  estudantil. O que a anel faz com essa iniciativa divisionista, quebrando a unidade combativa e sem discussão programática com os estudantes é abandonar a sua maioria a mercê dos interesses dominantes dentro da UNE. O Ca de serviço social denuncia tal força cada vez mais aparente dentro da UEL, e convida os estudantes a disputa e denuncia dentro da UNE, participando das discussões, dos congressos pois somente assim se afirmará a tarefa da juventude combativa aos movimentos pró-burgueses existentes. 

DCE E SUAS PERIPÉCIAS

           Para quem não ficou sabendo há pouco tempo atrás ocorreu o processo de eleições para tirar delegados estudantis da nossa Universidade para o CONUNE (congresso nacional da UNE) e CONUPE (congresso estadual da UNE).
            É entendido que a União Nacional dos Estudantes é uma frente nacional de lutas, e, portanto deve ser a expressão política de sua base (estudantes de todo o Brasil), porém não é bem assim que acontece. A UNE não está no combate! E isso porque, sua direção (UJS/PCdB/PT) estão estatizando nossa entidade nacional, ou seja, ao invés de levantar bandeiras nossas frente ao governo, a direção faz o movimento ao contrário, levanta bandeiras governistas para os estudantes. Mas qual política do PCdB e PT que acabou com a combatividade da UNE? É a defesa da coexistência entre o ensino privado e o público.
            Mesmo com tantas divergências e empecilhos nós estudantes devemos colocar a UNE no caminho correto, no caminho da LUTA, ocupando espaços de debate e qualquer outro que possa interferir na vida da entidade; porém isso nos foi negado. O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Londrina (DCE-UEL)
não divulgou amplamente o calendário definido pela gestão “UEL de Cara Nova” para tiragem de DELEGADOS para o CONUNE. Não foram enviados comunicados aos centros acadêmicos, não há nada no blog do DCE, ou seja, não houve transparência neste processo. Além disso, não houve a divulgação do regimento do DCE-UEL para a eleição de delegados para estes Congressos.
Pelo desenrolar dos fatos, parece que a Diretoria do DCE, que tem entre seus quadros membros da UJS (que compõem a direção majoritária da UNE), quer bloquear a presença dos próprios estudantes que diz representar. E, além disso, dificultar a presença de uma oposição combativa. O próprio regimento do Conune coloca um prazo até dia 31 de maio para que se possa mandar o calendário eleitoral e em nenhum lugar existe a explicitação do número de estudantes em cada chapa, então perguntamos “por que a pressa?”
            O CASS sempre levantou a bandeira da autonomia e contra o aparelhamento de entidades de luta! Fora a burocracia das entidades! Por um movimento realmente combativo e que expresse as lutas estudantis e da juventude!